Lunes, 13 de octubre de 2008
O Correio de Manhá publicou hoje un artigo moito interesante sob o mercado da habitação.
O número de contratos para compra de casa no segundo trimestre do ano caiu 17,8% em relação ao mesmo período de 2007, mostram dados da Direcção-Geral do Tesouro.
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Apesar do valor médio de cada empréstimo rondar os 96 mil euros, o montante global sofreu uma queda de 15,8% no segundo trimestre face ao período homólogo de 2007.
Para José Eduardo Macedo, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), os números não são surpreendentes, há 3,6 milhões de famílias e 5,7 milhões de imóveis. "Ainda que existam 700 mil fogos degradados, já foi passada a fasquia dos 100%."
"Para a maioria das famílias, como não existe oferta no arrendamento e face à subida dos juros, a tendência é vender as casas e comprar outras mais baratas e periféricas."
O número de créditos à habitação concedidos às famílias portuguesas tem oscilado de acordo com a evolução das taxas de juro praticadas. Até à entrada no Euro, os juros eram regulados pela Lisbor.
Olhando para a evolução dos contratos, é fácil perceber que os maiores picos surgem quase sempre aliados a momentos em que os juros atingem valores mais baixos.
A explosão do crédito da habitacâo teve lugar no fim dos anos 90, as taxas rondavam os 3%-, mas 2002 abriu a época de todos os sonhos, com a Euribor a descer quase até aos 2%.
Foram quatro anos de aparente prosperidade, ate final de 2006 quando os juros entraram numa espiral de crescimento imparável.
Por: Emilio Moya | Internacional | Comentarios (0) | Referencias (0)
Los políticos extremeños han destruido muchos tópicos, pero los residentes en Extremadura tenemos mucho que decir, y posiblemente a los trabajadores y desempleados europeos o de otros continentes, les apetezca saber como opinamos de las grandes decisiones
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